Os Anjos são criaturas puramente "Espirituais",
são dotados de inteligência e de vontade: são criaturas pessoais e imortais.
Superam em perfeição todas as criaturas visíveis.
Eles existem desde o começo dos
tempos e já se encontravam no jardim do Éden antes que Adão e Eva, fascinados,
explorassem esta ampla terra que nos foi dada por Deus. Depois que os primeiros
humanos foram expulsos do éden por terem provado do conhecimento do bem e do
mal, os querubins, que são uma das três ordens de anjos mais próximas de Deus,
montaram guarda na porta oriental.
Suas espadas de fogo viraram-se
em todas as direções para impedir Adão e Eva
de voltar para provar também da árvore da vida eterna.
Um Anjo é um guardião, um
mensageiro do Céu. O Céu é a origem dos milagres, onde o amor existe como
energia curativa pura e incondicional, e onde os seres humanos são encarados
como uma espécie protegida dotada de livre-arbítrio. Um Anjo pode levar o reino
dos Céus aos seres humanos na terra se o desejar e estivermos dispostos a
aceitá-lo.
Eles nos socorrem, nos ajudam,
nos ungem de calma e serenidade. São portadores de mensagens ou de esperança.
Eles nos guiam, nos ensinam, respondem a nossas orações, nos conduzem na morte.
E sempre estão a serviço de Deus, e não deles mesmos.
Os anjos são nossos companheiros
por toda a vida, por isso, sempre confie neles, pois assim também estará
confiando em Deus.
A partir de passagens do novo
testamento, os anjos são divididos em três hierarquias, de três coros cada uma;
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Efésios
1: 21
“A cima de todo principado,
potestade, virtude, dominação e de todo nome que possa haver neste mundo como no
futuro.”
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Colossenses
1: 16
“Nele foram criadas todas as
coisas nos céus e na terra, as criaturas visíveis e as invisíveis. Tronos,
dominações, principados, potestades: tudo foi criado por ele e para ele.”
Primeira Hierarquia
Os que mantêm íntimo contato com
o criador.
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Serafins
Encarregados de
transmitir o amor ao demais
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Querubins
Guardas e
mensageiros dos mistérios divinos. Com função de transmitir a sabedoria.
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Trono
Recebem as
mensagens de Deus e as transmitem aos demais anjos de outras ordens.
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Passagens na
Bíblia:
Isaias 6: 2; 6
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Passagens na
Bíblia:
[Gn 3, 24]; [Ex 25, 18-20, 22; 26, 1,31;
36, 8,35; 37, 7-9]; [Nm 7, 89];
[1Sm 4, 4]; [2Sm 6, 2; 22, 11];[1Rs 6, 23-29,
26-27, 32, 35; 7, 29,36; 8, 6]; [Cr 3, 11-12]; [Sl 18,
10]; [Ez 9, 3; 10, 2, 4, 7, 9, 14; 28, 14, 16; 41, 18]
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Segunda Hierarquia
Encarregados dos acontecimentos
no universe.
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Dominações ou Domínios
Cuidam para que os
outros seres celestiais cumpram a vontade de Deus.
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Virtudes
Traduzem a vontade
de Deus.
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Potências ou Potestades
Responsáveis pela
ordem e pelos elementos ( ar, água, terra, fogo) da natureza.
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Terceira Hierarquia
São os que executam as ordens de
Deus. Conhecem a fundo a natureza humana a qual estudam e interferem conforme o
preciso para fazer a vontade de Deus.
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Principados
Protetores dos
líderes da sociedade.
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Arcanjos
Executam grandes
tarefas e anunciações de Deus.
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Anjos
Levam as mensagens
de Deus aos seres humanos.
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Passagens na Bíblia:
[Ts 4,16] e [Jd 1, 9]
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Na
Igreja Católica, os anjos reconhecidos pelo nome são apenas três: Miguel,
Rafael e Gabriel, tal como vemos nas Sagradas Escrituras. Os demais anjos
citados nas páginas sagradas são anônimos. Então, de onde vem o nome de Haniel
que é tido como chefe dos Principados (anjos que são representados carregando
cetros de madeira ou cruzes nas mãos)? Certamente a denominação de Haniel
provenha da Cabala judaica, ramo místico do judaísmo e do atual mundo
esotérico. A Cabala consiste em interpretações místicas e numerológicas das
Escrituras hebraicas. Os autores da Cabala tratam cada letra, número e acento
das Escrituras como se fossem um código secreto contendo algum significado
profundo mais oculto, colocado lá por Deus com algum propósito, inclusive a
profecia.
Dessa forma, entende-se que o denominado anjo Haniel não é contado entre os anjos que a Igreja Católica honra, assim como Uriel, Raguel, Sarakael, Remiel e muitos outros que são descritos no II Livro de Enoc, que faz parte da literatura apócrifa judaica e não é considerado livro canônico, ou seja, inspirado por Deus.
Dessa forma, entende-se que o denominado anjo Haniel não é contado entre os anjos que a Igreja Católica honra, assim como Uriel, Raguel, Sarakael, Remiel e muitos outros que são descritos no II Livro de Enoc, que faz parte da literatura apócrifa judaica e não é considerado livro canônico, ou seja, inspirado por Deus.

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